segunda-feira, 10 de novembro de 2008

ISO 27001

A ISO/IEC 27001 é um padrão de qualidade para a área de segurança de informação, publicado em 2005 pela própria ISO em associação coma IEC. Seu nome completo é: ISO/IEC 27001:2005 - Tecnologia da informação - técnicas de segurança - sistemas de gerência da segurança da informação, mas ficou conhecida mesmo como ISO 27001. Ela foi concebida para ser utilizada em conjunto com a ISO/IEC 17799, que é o código de práticas para gerência de segurança da informação, que pode ser vista melhor em http://pt.wikipedia.org/wiki/ISO/IEC_17799.
Assim como qualquer certificação ISO, o processo de reconhecimento ISO/IEC 27001 é o mesmo: vem uma equipe certificadora visualizar o ambiente de trabalho e lhe certifica. Uma das certificadoras brasileiras é a IMS, que é especialista nesta certificação.
Em portugal, localizamos uma empresa interessante que foi certificada em ISO 27001: a Vortal Connecting Business[http://www.vortal-info.biz], uma empresa que produz softwares governamentais. O porque é intessante? Simples: o governo português é um dos que possuem os sistemas mais furados, e sua principal software house é certificada em segurança.
A lista completa das ISOs abrigadas pela iso 27001 pode ser vista em http://pt.wikipedia.org/wiki/ISO_27001.

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

BI não é mais o mesmo

Como hoje estou muito inspirado para assistir videos sobre BI, segue mais video muito interessante.




Até a próxima!

8 bons motivos para se ter um Potal Corporativo

Nesse Video de Marcio Roberto Salmeirão podemos acompanhar 8 motivos para implementar um Portal Corporativo.




Até a próxima!

Portais de BI, o que é isso?

Segue um video muito interessante e simples sobre Portais de BI, no video de Marcio Roberto Salmeirão podemos ver como funciona um portal de BI e por que ele pode ser fundamental na sua empresa.





Até a próxima!

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Aplicação de ROI simples na Intel

Fora realizado um levantamento na Intel e descobrira-se que 80% das máquinas instaladas eram Desktops, que ficavam passeando pela empresa como se fossem caneta. O Diretor de infra-estrutura, ao ver esta situação, resolveu inovar: trocar todos os Desktops por Notebooks. Mas havia um pequeno problema: conseguir a aprovação do CFO e do CEO. Para conseguir a aprovação do CFO e CEO ao projeto de migrar a base instalada de desktops para notebook, ele tinha dados de um piloto feito com cerca de cem funcionários onde os impactos de ter notebooks foram medidos, porém sempre alguém pode questionar o universo utilizado, a forma de medir e colocar outras tantas objeções. Para tornar mais claro o retorno do investimento ele fez uma conta bastante simples. O tempo de refresh (substituição de máquinas) na Intel era de 36 meses para a maioria dos casos; ele calculou a diferença entre o preço de um desktop e um notebook nas configurações recomendadas pela área técnica e dividiu por 156 (52 semanas por ano, 3 anos de uso). O valor resultante foi de US$ 3.00. A pergunta então foi: os benefícios no uso de notebook não seriam facilmente maiores que US$3 por semana na produtividade dos funcionários??
Nem sempre é possível medir com precisão o benefício financeiro de uma solução, mas em alguns casos uma analise simples e racional pode substituir um longo e caro estudo de ROI.

BI no Iphone

Os relatórios e análises do software MicroStrategy já podem ser acessados diretamente no iPhone 3G.
É possível visualizar relatórios operacionais detalhados, mapas e gráficos de negócios, assim como dashboards caracterizando os principais indicadores de performance.
Os documentos não precisam ser reformatados para a correta visualização no iPhone. Todos os cinco estilos de BI suportados pela MicroStrategy estão agora disponíveis no telefone, incluindo scorecards e dashboards, relatórios corporativos, análises OLAP, análises avançadas e preditivas, e alertas e notificações pró-ativas.
Acesse http://www.microstrategy.com/iPhoneDemo para uma demonstração da ferramenta.

BI no Iphone

Os relatórios e análises do software MicroStrategy 8 já podem ser acessados diretamente no iPhone 3G.
É possível visualizar relatórios operacionais detalhados, mapas e gráficos de negócios, assim como dashboards caracterizando os principais indicadores de performance.
Os documentos não precisam ser reformatados para a correta visualização no iPhone. Todos os cinco estilos de BI suportados pela MicroStrategy estão agora disponíveis no telefone, incluindo scorecards e dashboards, relatórios corporativos, análises OLAP, análises avançadas e preditivas, e alertas e notificações pró-ativas.
No site relacionado abaixo é possível conferir a demonstração de aplicações do BI da MicroStrategy no iPhone.

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Caso Real de ROI

O ROI é considerado o processo mais eficaz para medir o resultado do investimento em treinamento. Estrategicamente podemos ter dois procedimentos ao utilizar o ROI: utilizá-lo para medir todas as atividades de treinamento ou somente para medir alguns programas selecionados, por serem mais importantes ou por receberem maior investimento. A primeira providência para se calcular o ROI é fazer um levantamento dos custos. Para tanto, a empresa deve ter um plano de contas e, sempre que possível, um programa informatizado que facilite a coleta de dados e informações sobre os custos do treinamento. Aqui, também, podemos ter dois procedimentos: O primeiro é levantar todos os custos diretos e indiretos que estejam relacionados com as atividades de treinamento. Nesse caso, será relativamente fácil obter os dados na “contabilidade”, quando a empresa é organizada por “centros de custo”. É possível chegar a detalhes calculando, por exemplo, as horas “não trabalhadas” dos treinandos, os salários dos profissionais de RH/T&D e todas os outros custos da área – total ou rateado.

Caso real de BI

Qual a maneira mais rápida de cruzar informações e obter gráficos e dados comparativos? Na Arroz Urbano, empresa catarinense de beneficiamento de arroz com dez unidades espalhadas pelo Brasil, a resposta para essa pergunta é BI. Desde que aderiu ao Business Intelligence da impresa gaúcha Sadig, a extração de dados ficou muito mais rápida. “Com o ERP, temos que tirar dez relatórios para saber as vendas do dia; com o BI, em segundos chegamos até o nível de nota fiscal”, diz Anderson Wagenknecht, coordenador da área de TI e contabilidade da Arroz Urbano. Hoje, 22 módulos do BI estão implantados dentro da empresa. Além da rapidez nos relatórios, o software permite que os usuários criem relatórios cruzando as informações que quiserem, o que não é permitido pelo ERP que roda na empresa. “Hoje temos mais dados para fazer projeções e tomar decisões”, afirma Wagenknecht.

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Matéria da Info - Medir ROI é arriscado

Cinqüenta e nove por cento das empresas podem estar enganadas quando fazem sua própria medição de retorno de investimento (ROI) em e-business, segundo a Jupiter Media Metrix.

A pesquisa da Jupiter mostrou que 59% dos estudos de ROI executados pelas próprias empresas geram um resultado positivo. Pode parecer puro pessimismo, mas é esse "bom resultado" que leva a Jupiter a acreditar que a análise doméstica de retorno de investimentos muitas vezes é "uma profecia auto-realizável". Os analistas dizem que muitos estudos "faça você mesmo" utilizam definições inconsistentes das métricas de ROI num esforço para mostrar resultados positivos, portanto, tornando quase impossível escolher corretamente quais projetos devem ser financiados e quais devem ser desconsiderados.

Segundo a Jupiter, só 17% das empresas contratam um empresa externa para conduzir ou supervisionar seus estudos de ROI. Trinta e três por cento das empresas estabeleceram a equipe de projeto para conduzir uma auto-avaliação, enquanto que um grupo de consultoria interno é responsável pela análise de ROI em 26% das empresas.

O estudo mostra também que só 5% dos estudos de ROI feitos internamente apresentam um resultado negativo. Além disso, 39% apresentam um resultado razoavelmente positivo e 20%, um positivo significativo. Metade das empresas que fazem a análise internamente ainda não completou sua avaliação ou não chegou a uma conclusão.

Outro ponto é que muitas empresas ainda não conduziram um estudo de ROI de nenhuma forma. Por exemplo, 92% das empresas de revenda multicanais não medem o retorno de investimentos das vendas online.

"Embora as empresas estejam empregando a internet agressivamente para desenvolver relacionamentos mais fortes com seus clientes, as medições de ROI não aferem efetivamente seu sucesso," diz David Taylor, diretor de pesquisa da Jupiter Media Metrix.

Conceituando BI

Buscando um conceito que seja o mais abrangente e simples possível para BI, encontramos que:
“B.I. é um conceito que através de ferramentas específicas, ou seja, softwares, auxiliam os gestores na tomada eficaz de decisões usando apenas os dados e informações que estão inseridos nos bancos de dados das empresas.”
Mesmo que o conceito acima não seja muito difícil de interpretar, pode ser levantado o seguinte questionamento:
“Então é um software que precisa ser instalado na empresa?”
É aqui que percebemos que em muitos casos, algumas palavras não surtem os mesmos efeitos que gostaríamos como resultado.
Estudemos as palavras “chave” da afirmação acima: conceito; softwares; auxiliam; gestores; dados; informações; decisão; banco de dados; empresas.
• Conceito: Vimos em nossa fase estudantil primária de quê os conceitos são as explicações “no papel” daquilo que podemos acompanhar na prática. Portanto, podemos definir que o significado de B.I. é aquilo que podemos conseguir ao final de um processo onde o B.I. está envolvido.
• Softwares: Em informática, são os programas instalados no computador. Dessa forma, vemos que o B.I. utiliza softwares para o processo no entanto, B.I. não é um software.
• Auxiliam: Ajudam; fazem parte do contexto; deixam a tarefa menos árdua. Percebemos que o conceito de B.I. então não exime de forma alguma da presença do fator humano e de outros processos envolventes.
• Gestores: São os responsáveis pelas empresas, pelos setores. Na grande maioria das vezes são aqueles funcionários que já possuem um grau de comprometimento e um tempo maior na empresa. Dizemos também que estes são os “donos da caneta mágica”. Porém, infelizmente, isso não é uma regra.
• Dados: É a personificação simplista de uma “coisa” que não nos traz nenhum sentido ou que nos gera um sentido duplo. Exemplo: Se colocarmos em uma lousa a seqüência 24 05 1975 muitas conclusões podemos analisar: É uma seqüência de números? Código para determinada ação? Uma data? Percebemos que são apenas números “separados por um espaço”. Não há uma certeza do quê vem a ser esta seqüência de números se não temos mais detalhes sobre ele.
• Informações: A informação é a interpretação do dado. Utilizando o exemplo acima, afirmamos que a seqüência de caracteres agora é uma data... Assim, dizimamos todas as dúvidas que tínhamos.
• Decisão: É o processo de escolha de um caminho entre, no mínimo, duas opções. Usando o exemplo da data acima, temos a opção de lembrar do aniversário de alguém e, enviar um cartão ou presente ou, na pior das hipóteses, simplesmente esquecê-la.
• Banco de Dados: É o repositório de “todos” os dados digitados pelos funcionários operacionais.
• Empresas: Eu pelo menos nunca tive a oportunidade de observar o conceito aplicado na prática do uso de B.I. numa pessoa física. É claro que ainda somos novos e que você que nos lê pode ter algum exemplo. Têm? Nos envia!
Com as explicações acima, será que agora podemos reformular nosso conceito usando palavras que “qualquer” pessoa consiga entender? Ajudem-nos:
“B.I. é uma forma de ajudar os gerentes das empresas para a escolha de uma decisão utilizando alguns programas de computadores que apresentarão os dados e informações que foram digitados pelos outros funcionários numa forma mais fácil para a interpretação.”

terça-feira, 21 de outubro de 2008

ROI para Web

ROI vem do interesse em saber quais foram os ganhos reais que um projeto obteve, sejam eles financeiros ou não, como aumentar a quantidade de acessos, tornar uma marca mais presente, aumentar o número de clique em um banner tornando-o mais atrativo, tornar a navegação mais rápida e descomplicada. Tudo isto está relacionado com ROI.
E ROI é uma daquelas coisas que todos os envolvidos em um projeto deveriam se interessar, por que uma parcela do retorno de investimento que você trabalhou, está intimamente relacionada com o seu trabalho em específico e com sua produtividade nele. Ou seja, não interessa se você é um redator, um marketeiro, um programador ou web designer, você procura mensurar o quanto do seu próprio trabalho há ganhos do investimento feito? Lembre-se que nem todos os objetivos de ROI são necessariamente financeiros. Independente da empresa onde você trabalha, pensar em produtividade e ganhos de investimento do seu próprio trabalho vai fazer um bem danado pra você mesmo enquanto profissional.

O lado do cliente de BI

Vejamos agora o lado do cliente. Ninguém gosta de ser incomodado por vendedores que tentam empurrar um produto que não lhe interessa. No entanto, se alguém nos aborda no momento exato em que procuramos um produto ou um serviço, com certeza vamos agradecer. Então, num mercado onde temos uma extrema competitividade, estar no lugar certo e no momento certo é fundamental para o sucesso de uma empresa - e o BI vem para suprir esta deficiência.

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Retorno sobre investimento em Gestão do Conhecimento

A medição sistemática do retorno sobre investimento em Gestão do Conhecimento é um problema extremamente delicado e complexo.

Para conseguirmos tal medição, utilizamos em primeiro lugar uma metodologia centralizada de coleção de casos de sucesso, de forma a verificar o retorno imediato do uso das práticas:

A partir desta sistemática, somos capazes de levantar os seguinte tipo de dados:

Siemens conseguiu um retorno de US$ 130 million em 2001 com o uso de ShareNet;

Em 2002, Siemens conseguiu um retorno de US$ 330 million;

Um estudo estatístico realizado em 2002 mostrou que, em media, os colaboradores conseguem poupar 3 horas por mês, graças ao uso do Sharenet. Com um custo de EUR 50 / colaborador, sendo 426.000 colaboradores na empresa, temos uma projeção de EUR 64 milhões por mês.
Em segundo lugar, e conforme detalhado na parte "Gestão do Conhecimento e Estratégia Empresarial", a melhor forma de medir efetivamente o retorno sobre investimento em práticas de Gestão dos Ativos Intangíveis é o rastreamento da própria estratégia organizacional através do BSC (Balanced Scorecard):

Trocando ROI por miúdos

O terror de qualquer departamento financeiro é gastar mais com uma solução do que o valor que retornará, sob a forma de benefícios, para a empresa. Um investimento só será realizado quando os responsáveis por ele estiverem convencidos que o Retorno do Investimento (ROI) é maior do que o próprio investimento.

Nem sempre calcular o ROI é fácil, até porque em qualquer investimento existem benefícios tangíveis e intangíveis.

BI nas micro e pequenas empresas

O pequeno empresario geralmente começa um negócio por necessidades financeiras, logo, já não possui um conhecimento muito grande sobre gerenciamento de empresas, muito menos sobre T.I, que hoje em dia tem se tornou um diferencial competitivo.
A informática possui muitas ferramentas que uma empresa pode usar para gerenciar as informações, uma delas é o B.I (Business Intelligence), que é mais conhecido por grandes empresários, já que é uma ferramenta muito útil que ajuda as empresas na hora de organizar
os dados e gerar relatórios estratégicos para a empresa.
Os pequenos empresarios até sabem o que possa ser B.I, mas não usam por causa do seu custo elevado e continuam a não cuidar das informações da empresa, deixando elas separadas, normalmente em planilhas, documentos e nunca organizadas, assim, na hora que precisam, não a obtem de um modo rapido e eficaz informações que poderiam ser um enorme diferencial para seus negócios.
Mesmo grandes empresas como a SAP, Oracle, Totvs, que vendem ERP's para grandes empresas, estão lançando no mercado, soluções para pequenas empresas, e isso inclui soluções de B.I, basta que o pequeno empresário comece a se atualizar mais sobre as novidades do mercado de
gerenciamento e T.I. Uma pesquisa realizada pelo SEBRAE, diz que o pequeno empresário não passa mais de uma hora por semana pensando em como melhorar sua empresa, criando planos estratégicos ou pensando em melhorias, logo é normal que pequenas empresas não cheguem a ter 2 anos de vida, não adiantaria uma empresa ter um sistema de B.I se o
empresario não souber como usá-lo com perfeição.

Outro Exemplo de Aplicação de ROI

Assim como vale a pena medir o ROI dos investimentos que você faz em sua própria vida, em sua empresa ou sua instituição, também vale a pena aplicá-lo aos projetos de mídia interativa. E aí vem a pergunta: quanto você investiu para desenvolver um site, um CD-ROM, uma extranet?
Por incrível que pareça, ainda há um tipo de pessoa que acredita piamente em investir o mínimo possível na criação de um site: "É só para que a minha empresa também esteja na internet", ele diz. Essa pessoa não acredita no poder comercial e de comunicação da internet (e olhe que ela tem poder!).
No extremo oposto, está a empresa que acredita na "tecnologia pela tecnologia". É aquela que investe rios de dinheiro em qualquer projeto tecnológico que lhe pareça inédito, milagroso. E tem que ser caro.
Ambos os perfis podem ser encontrados em qualquer esquina, dividindo uma mesma mesa de bar. Mas bons empreendedores estão percebendo, cada vez mais, que devem encarar os investimentos em informática, em TI, em mídia interativa, de um modo mais objetivo e coerente. Mais do que nunca, eles percebem que é preciso montar um bom plano de ROI antes de implementar qualquer projeto em mídia digital. E que é fundamental comprovar o retorno do investimento nesse projeto, periodicamente.
Essa mudança de foco traz vantagens, tanto para o desenvolvedor, quanto para o cliente. Este fica feliz em comprovar que o dinheiro aplicado no site da empresa está gerando resultados. E o desenvolvedor competente (às vezes tão desacreditado por uma concorrência que põe "qualquer coisa no ar, a preços módicos") lucra mais, à medida em que cresce a confiança do mercado nas soluções digitais.

Finalidade BI

Sem clientes, uma empresa pode não sobreviver. As empresas têm de vender os seus produtos e serviços. Business Intelligence ajuda as empresas compreendam melhor os seus clientes, ao olhar para as suas preferências, ajudando as empresas a adaptar os seus clientes exigem. Business intelligence é utilizado para coletar os dados dos clientes geralmente dentro do mercado. Existem muitas maneiras de recolher os dados dos seus clientes; ele pode ser tão fácil como um sistema POS (ponto de venda), coletando dados sobre o que os clientes estão a comprar e quais os produtos que não estão interessados em, coletando dados sobre os hábitos e preferências de cliente pedindo-lhes, em inquéritos ou sondagens. Há mesmo mercado especialistas que vêem os clientes comportamento do mercado e apresentar um relatório ao insight sobre conferindo-lhes as empresas como os seus clientes respondam às lojas, de pessoal e de produtos e serviços que uma empresa vende.

Depois que esses dados são coletados, é até uma organização para utilizar esses dados de forma adequada. Business Intelligence é um processo em que vastas quantidades de dados podem ser visualizados e analisados dando gestores do proprietário do negócio e informações importantes que podem ser engenhoso.

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Limitações de ROI

Dentre as várias levantadas por Rappaport, algumas são destacadas:
- Vários podem ser os critérios contábeis aplicados, afetando o resultado
Em decorrência dos vários abordagens, resultados distintos podem ser obtidos por motivos unicamente ligados aos critérios contábeis e não ligados a eventos econômicos. A depreciação, por exemplo, pode ter diferentes tratamentos em termos gerenciais, com conseqüências na avaliação de resultados. Analogamente, provisões podem ser registradas a partir de diferentes enfoques, proporcionando diferentes resultados, influenciando a decisão dos executivos e mesmo acionistas. Na opinião do autor deste artigo, essa limitação também pode ocorrer com a metodologia do Valor Residual.

- O risco não considerado na avaliação
De maneira simplista, podemos distinguir o risco do negócio e risco financeiro. A figura do lucro contábil não incorpora nenhum desses tipos.

- O Retorno sobre o Investimento só captura um exercício na avaliação
Pela metodologia, ao se dividir o resultado do exercício pelo investimento médio, pela ótica do investidor, ou seja, o patrimônio líquido, só é obtido o percentual de retorno de um dado ano. Dessa maneira, o Retorno sobre o Investimento ignora o horizonte não incluído no período analisado. Ao calcular médias de retorno para vários períodos, nova distorção é introduzida ao método.

Implementação de BI

Quando é implementado um programa de BI deve-se relacionar as questões e suas possíveis decisões, tal como:

- Questões de alinhamento de metas: é o primeiro passo para determinar propostas de curto e médio prazos do programa.
- Questões de base: coleta de informações de competência atual e suas necessidades.
- Custos e Riscos: as consequências financeiras da nova iniciativa de BI devem ser estimadas.
- Cliente e "stakeholder": determina quem serão os beneficiados da iniciativa e quem pagará por ela.
- Métricas relacionadas: estes requerimentos de informações devem ser operacionalizadas com clareza e definidas por parâmetros métricos.
- Mensuração Metodológica: deve ser estabelecido um método ou procedimento para determinar a melhor ou aceitável maneira de medir os requerimentos métricos.
- Resultados relacionados: alguém deve ser o monitor do programa de BI para assegurar que os objetivos estão ocorrendo. Ajustes no programa podem ser necessários. O programa deve ser testado pela eficácia, rentabilidade e validade.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Tendencia de Empresas a BI

Hoje as ferramentas de BI são a "chave-mestra" em qualquer companhia. Se há dez anos as empresas apostavam em aquisições para alavancar seu crescimento, hoje nota-se uma tendência para o crescimento organizacional com base no negócio, algo que só é possível com essas ferramentas. As empresas procuram cada vez mais responder às necessidades dos clientes sem serem intrusivas. Com isso, gerou-se uma cadeia de valores muito forte que impulsionou os negócios.

Exemplos de ROI

- O investimento do pai na educação do filho pode ter como retorno as excelentes notas do rapaz ou um belo emprego numa empresa sólida;
- O investimento de uma ONG em um projeto de planejamento familiar pode ter como retorno a diminuição do número de adolescentes grávidas em uma favela;
- A capacitação tecnológica de pessoas na terceira idade pode ter como retorno o aumento da renda mensal dessas pessoas; - e assim por diante.

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Vantagens ROI

Agora, listaremos algumas vantagens do ROI:
- Simplicidade de cálculo e entendimento
O cálculo do retorno sobre o investimento consiste em um subproduto das informações contábeis gerenciais, não requerendo ajustes adicionais, o que facilita o entendimento e a rapidez para seu cálculo;
- Relacionamento entre giro, alavancagem e margem
Consiste na decomposição da fórmula de Du Pont, a qual permite identificar as razões do retorno, bem como as origens da sua variação;
- Possibilidade de se dividir o referencial por setores para a análise, dada a disponibilidade de informações
A cálculo do retorno sobre o investimento pode ser reproduzido pelas organizações, desde que estejam disponíveis as demonstrações contábeis do período. Dessa maneira, quer seja para a análise interna, quer seja para análise de uma outra organização, na busca de benchmarking, é possível efetuar o cálculo.

Vantagens de BI

Obtendo informações gerenciais rapidamente e de forma estruturada, a empresa sairá na frente, descobrindo os problemas com seus produtos, possibilitando corrigi-los com maior velocidade, desta forma, irá saber se seus clientes estão satisfeitos e poderá definir novas estratégias para expansão no mercado. Numa economia globalizada e veloz como a nossa, essas tecnologias são um grande diferencial competitivo, e nós já temos vários casos de sucesso, aplicando-as.

Mas, o ponto mais importante nessa mistura de tecnologias é a empresa poder direcionar todo seu capital intelectual para a sua devida função, que é pensar. Os gerentes e diretores poderão ter as informações rapidamente, e também terão mais tempo para melhorarem todos seus processos e analisarem mais os seus dados, que passarão a ser valiosas informações. Aí a TI (Tecnologia da Informação) estará exercendo seu grande papel, que é o de fornecer informações de qualidade, e deixar de ser uma amontoadora de dados.

Outros conceitos

O BSC (Balanced Scorecard) ganha espaço nas métricas de avaliação de projetos de TI, pois a ferramenta analisa com mais abrangência os ganhos não mensuráveis. Não como um substituto ao ROI e sim como algo complementar. Alguns analistas lembram o caso do bug do milênio, quando muitos investimentos foram preventivos (para que as máquinas e sistemas não parassem), resultando na economia de bilhões. Algo que não aparece na coluna dos lucros auferidos.

Quanto mais a empresa souber sobre suas operações e o mercado, traçar objetivos claros e dispor de métricas que fundamentem tudo isso, melhor estará equipada para manter-se competitiva e atuante. Uma das ferramentas que a ajuda a determinar o que merece ser medido e como fazer isso de forma eficiente para compor a sua estratégia corporativa é justo o Balanced Scorecard (BSC), uma metodologia de gestão empresarial criada no início dos anos 90 pelos acadêmicos Robert S. Kaplan e David P. Norton, ambos professores da Harvard University (EUA).

Na prática, a metodologia consegue mostrar o que é mais crítico, possibilitando direcionar os recursos para os processos que de fato adicionarão valor à empresa. A tecnologia é uma peça importante para colocar o BSC em funcionamento, mas não é suficiente porque a metodologia mexe com a cultura da corporação. Por ser complexa e envolver toda a estrutura empresarial, a adoção desse modelo deve partir da alta direção ou mesmo do próprio presidente da empresa. A implementação do BSC deve ser feita a partir de cinco diretrizes: traduzir a estratégia em termos operacionais por meio de indicadores; alinhar a organização à estratégia; transformar a estratégia em tarefa de todos; converter a estratégia em processo contínuo; e mobilizar a mudança por meio da liderança executiva.

O VOI (Value on Investment) é outro correlato do ROI, também definido pelo Gartner, em 2001, voltado especialmente para projetos Web como Intranets e Extranets e que propõe a diferenciação de métricas para projetos de cunho eminentemente estratégico. No lugar de avaliar o retorno, é olhado o processo contínuo dos valores gerados.